'A teoria de que mulheres maduras que se gabam de seu passado selvagem são fáceis de levar para a cama' - Parte 2. A mulher que abordamos na rua era Ayumi Kojima, uma mulher de pele clara, minissaia sexy e muita energia. Quando conversamos com ela, ela disse que essa mulher carnívora, na casa dos vinte e poucos anos, costumava curtir "um homem diferente a cada dia", de manhã, à tarde e à noite, e riu enquanto começava a nos contar suas histórias de guerra, dizendo que já havia experimentado mais homens do que conseguia contar nos dedos das mãos e das pernas. Conforme conversávamos sobre sexo, a energia de Ayumi aumentava, e quando enfiamos a mão em sua calcinha, sua vagina já estava encharcada. Assim que viu nosso pênis, ela disse: "Quero que você enfie sem camisinha", e começou a chupá-lo como se estivesse se agarrando a ele, empurrando-o fundo em sua garganta. Essa mulher lasciva e sexualmente frustrada abriu bem as pernas, esperando que a gente penetrasse sem camisinha na sua buceta carnuda, e quando a gente enfiou fundo na buceta safada dela, ela gozou várias vezes, liberando uma grande quantidade de líquido branco nojento. Ela estava sendo fodida com força por trás, com a vagina totalmente exposta, e o ponto G dela estava sendo estimulado enquanto ela estava de pé, com as pernas bem abertas, gritando: "Minha buceta é tão gostosa! Seu pau é tão gostoso!" Ela implorou para eu gozar dentro dela, dizendo: "Me engravida! Goza dentro de mim!" e eu ejaculei uma quantidade enorme na buceta safada dela. Parece que essa teoria estava certa, afinal.