Minha namorada, quieta e bem-comportada, que não se destacava em nada na sala de aula, estava furtando em uma loja quando a vi por acaso. A partir daquele momento, minha vida mudou. Ela era pobre e não tinha dinheiro, mas era minha escrava sexual, fazendo tudo o que eu mandava. Sempre que eu queria transar, eu a chamava e ejaculava dentro dela de graça. Eu sentia pena dela, mas não me contive. Satisfiz meus desejos egoístas, devorando seu corpo e destruindo o espírito dessa mulher frágil em um estupro repugnante.